Pular para o conteúdo principal

Filosofia de salão de dança




" Se avexe não.... amanhã pode acontecer tudo, inclusive nada".

(Flávio José)

Comentários

Maíra Brito disse…
Germana! Pensei ter te visto na Câmara. Vc ainda tá na equipe do Fernando Ferro?? Se estiver por aquelas bandas, nos encontramos lá, pra um café na Vila Chocolate!
":)
bjosssss
Germana Accioly disse…
querida! trabalho lá sim, no gabinete de ferro! e vivo almoçando na vila chocolate. bora parar de brincar de gato e rato? como te encontro?
Anônimo disse…
Amiga linda e amada!
Eu amo essa música muito! É linda demais!
Muita saudade e que amanhã aconteça tudo, inclusive nada!
Bjs
Cata
Antonio Ximenes disse…
Germana.

Eu não conheço essa música.
Vou pesquisar... rs.

Olhei para o desenho e fiquei escutando mentalmente aquela do Gonzagão:

"Ontem sonhei que estava em Moscou..."

rsrs

Abração procê.
Germana Accioly disse…
= cata, que bom, que bom saber que tu veio aqui me visitar. e que o destino nos deixe à deriva, esperando boons ventos.
Germana Accioly disse…
= ximenes: é um forró bom arretado!
Anônimo disse…
Amiga, essa música é muito bonita, porém, não é uma composição de Flávio José e sim de Accioly Neto ta.
Germana Accioly disse…
anÔmimo, pelo menos o compositor é meu parente.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Postagens mais visitadas deste blog

A teimosia do amor

Que alegria estar aqui com tanta gente importante nas nossas vidas!

Que alegria reunir todas e todos neste cenário tão lindo e significativo, construído com amor, partilhado por tantos e tantas de nós. Acredito que muitos e muitas aqui têm histórias pra contar que viveram nesta casa, neste jardim.

Quem está aqui pela primeira vez, seja bem vindo e bem vinda à vivenda Tesser, mais que uma casa, um endereço de acolhimento, que muito me diz sobre generosidade e acolhida.

Paula e Luana, que emoção, que gratidão, que imensidão ver vocês duas aqui na minha frente, mãos dadas, olhos brilhando!

A Paula é para mim uma dessas pessoas fundamentais na vida. Fundamental para a minha alegria, fundamental para o meu futuro. Quis esta mesma vida que, vindas de uma mesma família, ainda com toda esta identificação, tivéssemos morado apenas 8 meses na mesma cidade nesses 40 anos mais ou menos que nos conhecemos.

Paulinha, minha prima virou irmã, minha prima gêmea, como costumamos nos chamar. Talvez a m…

Poligamia

Casei umas 15 vezes nos últimos anos. Talvez tenha sido mais.   A primeira vez casei com os olhos. Olhei, apaixonei, casei. Bodas de papel. Na segunda vez decidi formalizar. Um casamento coletivo, no cartório. Tinha gente de todo tipo junto. Bodas de algodão. O casamento seguinte foi na igreja. Trocamos as alianças num ritual singelo. O primeiro filho nos braços. Bodas de trigo. As bodas de flores foram com um homem trabalhador, pensava no bem estar da família. Compramos o apartamento. Depois, me surgiu um homem mais maduro, mais leve. Gostava de sair à noite, de viajar. Bodas de madeira. Com as bodas de açúcar ganhei meu segundo filho. Doce, alma de artista, olhos curiosos. Igual ao pai. Bodas de latão para os tempos difíceis, bodas de barro para o artesão. Amei o jardineiro, fui amante do menino.Do puro. Do macho. As frágeis bodas de papoula me trouxeram um homem inseguro. Amei. Buscando firmeza, encarei as bodas de zinco. Depois de aço. Esbarrei na beleza do ônix. No tempo do …

Mulher Maravilha em primeiro lugar

A ideia era fazer um diário de bordo. Um registro de tudo o que vivemos na viagem de mulheres ao Sertão do Pajeú. Queria voltar ao trabalho com um relato fidedigno. Cartesiano. Celulares carregados, procurando o melhor ângulo para fotos e vídeos. Não consegui. O foco estava no sentir. Estava no viver e não no relatar. Não consegui. Foi uma daquelas viagens em que a gente esquece o telefone, abandona a internet. Estava conectada com outras ondas. Não perdi os momentos, como alguém pode pontuar. Guardei todos. Fiz questão de não enxergar através das lentes. Viagem longa, estrada reta, são ótimos bálsamos. Para curar agonias da rotina massacrante. Pra pensar melhor sobre a vida e para chegar ao destino de peito aberto, um pouco esvaziado do que nos atropela no dia a dia. Fui. Às cinco da manhã fiz uns sanduíches e coloquei tudo na bolsinha térmica que comprei na revista da natura. Nunca tinha usado. Fiz uns sandubas de queijo e pesto. Pão baguete. Dividi em quatro. Outras coisitas qu…