Pular para o conteúdo principal

somente a verdade



Quase tudo pode ser verdade,
E das maiores.
Quase, quase tudo pode ser real.
Depende da capacidade imaginativa de quem vê,
Da competência de quem conta,
Da ingenuidade de quem acredita.
Do potencial de sonho instalado em cada indivíduo.
Delírio!!!!
Acreditamos. Buscamos. Insistimos. Erramos. Retornamos. Desistimos. Retomamos. Acertamos. Melhoramos. Sonhamos. Planejamos. Acontecemos.
E a verdade apareceu desde quando?
Acabou quando tudo se fez.
E desapareceu enquanto muitos viam quase nada.

Comentários

online lottery disse…
Thanks to the blog owner. What a blog! nice idea.
lottery online disse…
that doesn't happen everyday. wish you all the best.
casino gambling disse…
that's really cute..wish i had one too.
Leonardo Werneck disse…
Cada um tem sua própria verdade e a conta do jeito que bem entender.
Dante Accioly disse…
Eu acredito na sua verdade. De olhos fechados.
Antonio Ximenes disse…
Este comentário foi removido pelo autor.
Antonio Ximenes disse…
Germana.

Quando a verdade que criamos só faz o bem... só nos deixa repletos de felicidade e realização.

Fabriquemos todas as vedades possíveis e impossíveis.

A nossa maneira específica e única de tornar verdadeira a nossa fantasia... é, antes de tudo... um remédio natural contra a tristeza real que "tenta" nos pegar pelo pé.

Abração pra tu.
Germana Accioly disse…
Meus queridos!

Eu estou meio sorumbática mesmo. E os comentários de vocês acertaram na veia! beijo nos três.
Mack disse…
A verdade é a vida que fazemos hoje. Sem tirar nem pôr. E às vezes ela traz coisas que não dá nem para acreditar!!

Saudade de doer, amiga!
Raiana disse…
As pessoas da sala de jantar estavam tão ocupadas em nascer e morrer que nem viram a verdade desaparecer, enquanto eu matava meu amor na avenida central! (viagem mutante! xD)
Germana Accioly disse…
=Mack, beijo enorme pra tu! tou esperando as novidades!
= Raiana, adoooooro suas viagens! pode aportar aqui sempre! beijo!

Postagens mais visitadas deste blog

A teimosia do amor

Que alegria estar aqui com tanta gente importante nas nossas vidas!

Que alegria reunir todas e todos neste cenário tão lindo e significativo, construído com amor, partilhado por tantos e tantas de nós. Acredito que muitos e muitas aqui têm histórias pra contar que viveram nesta casa, neste jardim.

Quem está aqui pela primeira vez, seja bem vindo e bem vinda à vivenda Tesser, mais que uma casa, um endereço de acolhimento, que muito me diz sobre generosidade e acolhida.

Paula e Luana, que emoção, que gratidão, que imensidão ver vocês duas aqui na minha frente, mãos dadas, olhos brilhando!

A Paula é para mim uma dessas pessoas fundamentais na vida. Fundamental para a minha alegria, fundamental para o meu futuro. Quis esta mesma vida que, vindas de uma mesma família, ainda com toda esta identificação, tivéssemos morado apenas 8 meses na mesma cidade nesses 40 anos mais ou menos que nos conhecemos.

Paulinha, minha prima virou irmã, minha prima gêmea, como costumamos nos chamar. Talvez a m…

Poligamia

Casei umas 15 vezes nos últimos anos. Talvez tenha sido mais.   A primeira vez casei com os olhos. Olhei, apaixonei, casei. Bodas de papel. Na segunda vez decidi formalizar. Um casamento coletivo, no cartório. Tinha gente de todo tipo junto. Bodas de algodão. O casamento seguinte foi na igreja. Trocamos as alianças num ritual singelo. O primeiro filho nos braços. Bodas de trigo. As bodas de flores foram com um homem trabalhador, pensava no bem estar da família. Compramos o apartamento. Depois, me surgiu um homem mais maduro, mais leve. Gostava de sair à noite, de viajar. Bodas de madeira. Com as bodas de açúcar ganhei meu segundo filho. Doce, alma de artista, olhos curiosos. Igual ao pai. Bodas de latão para os tempos difíceis, bodas de barro para o artesão. Amei o jardineiro, fui amante do menino.Do puro. Do macho. As frágeis bodas de papoula me trouxeram um homem inseguro. Amei. Buscando firmeza, encarei as bodas de zinco. Depois de aço. Esbarrei na beleza do ônix. No tempo do …

Mulher Maravilha em primeiro lugar

A ideia era fazer um diário de bordo. Um registro de tudo o que vivemos na viagem de mulheres ao Sertão do Pajeú. Queria voltar ao trabalho com um relato fidedigno. Cartesiano. Celulares carregados, procurando o melhor ângulo para fotos e vídeos. Não consegui. O foco estava no sentir. Estava no viver e não no relatar. Não consegui. Foi uma daquelas viagens em que a gente esquece o telefone, abandona a internet. Estava conectada com outras ondas. Não perdi os momentos, como alguém pode pontuar. Guardei todos. Fiz questão de não enxergar através das lentes. Viagem longa, estrada reta, são ótimos bálsamos. Para curar agonias da rotina massacrante. Pra pensar melhor sobre a vida e para chegar ao destino de peito aberto, um pouco esvaziado do que nos atropela no dia a dia. Fui. Às cinco da manhã fiz uns sanduíches e coloquei tudo na bolsinha térmica que comprei na revista da natura. Nunca tinha usado. Fiz uns sandubas de queijo e pesto. Pão baguete. Dividi em quatro. Outras coisitas qu…