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Mostrando postagens de Maio, 2014

Cateterismo

Tem um coágulo poético na minha veia jornalística.
Ou seria tinha um coágulo jornalístico na minha veia poética.
Uma veia artística disfarçada de repórter.
Uma artéria genérica.
Tinha uma pianista recolhida nas teclas do PC.


Fio da meada.

poema coletivo

Tanto fio, tão pouca comunicação....
tanto fio, tanta poluição
Maior poluição visual que há.
tanto fio e nenhuma mãe.
E nenhuma fia.
tanto fio e nenhum novelo.
tanto fio e nenhum é de cabelo
tanto fio, e todos são fio das puta.
o coletivo de fio é peruca
Uma peruca sem fio....
tanto fio leva ao nó.

sem pontos extra....

Eu não tenho dotz.
Não gosto de shopping.
Não me faz bem fast food.
Tem uma coisa marinando na panela da minha existência.
Um cozido lento, fogo baixo, pouco sal.
O aroma incensando a alma e abrindo os sentidos.
O vapor entra pelos poros enquanto eu mexo devagar o guizado.
E vai impregnando na roupa,
Como uma tatuagem invisível.
Eu não tenho pontos bom clube.
Não acumulo muita coisa.
Mas tem  um canto aqui, sem nome,
Espaço infitino.
Lugar onde se maturam os sentidos.
Não guardo sentimentos.
Nem milhas no cartão de crédito.

Pescador de Nuvens

O céu é o mar do sertanejo. 
O sem fim. 
Cada homem com seu sonho.
De tão poderosos, são deuses.
De tão íntimos, são azuis.