Não tem medida, mesura, bitola.
Uma percepção subjetiva, presença, lembrança, sinal.
Nenhum som emitido sem atitude merece reverberar.
Nenhum instante vago carece de registro.
Uma membrana invisível é a lente da vida.
A luz que encharca a alma não mais emana.
Foi-se a folha solta ao vento
Não chora pelo galho que exibe a cicatriz
A seiva que brota com a sua ausência
É órfã de vida.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Horizonte
Pausar. Simples e necessário! Tempo restaurador. Arrumar as gavetas da cabeça, acariciar a alma, alentar as dores, afagar os prazeres. Fec...
-
Pausar. Simples e necessário! Tempo restaurador. Arrumar as gavetas da cabeça, acariciar a alma, alentar as dores, afagar os prazeres. Fec...
-
O mormaço emerge do chão. A chuva fina que cai insegura se desfaz antes de tocar no solo. O suor que traça caminhos incertos pelas minhas c...
-
A batuta do Seu José Era julho de 2019. Meu penúltimo dia de umas férias rápidas em Paris, fui passar dez dias. Pouca bagagem, nenhuma inten...
2 comentários:
Ei, Gê... tá tudo bem?
Oi Vivi
ta tudo sendo vivido.
beijo
Postar um comentário