Não tem medida, mesura, bitola.
Uma percepção subjetiva, presença, lembrança, sinal.
Nenhum som emitido sem atitude merece reverberar.
Nenhum instante vago carece de registro.
Uma membrana invisível é a lente da vida.
A luz que encharca a alma não mais emana.
Foi-se a folha solta ao vento
Não chora pelo galho que exibe a cicatriz
A seiva que brota com a sua ausência
É órfã de vida.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
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Horizonte
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2 comentários:
Ei, Gê... tá tudo bem?
Oi Vivi
ta tudo sendo vivido.
beijo
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