Alguém disse um dia que o segredo da vida está nas portas.
As portas que se abrem, surpreendentes.
As portas que se fecham, misteriosas.
Não são as chaves, os segredos.
Nem mesmo são a chave dos segredos.
Viver é correr perigo.
Colocar a mão nas maçanetas
Abrir para novas paisagens
Fechá-las a cadeado.
Deixá-las entreabertas, espreitando pelas brechas.
E quando o vento, primo do acaso, invade nosso jardim,
ele mesmo alternando esta composição,
ensina que não há mais portas ou muros.
Ou sequer houve, se não em nossa vontade.
Desejos, vão.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
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