Lanço um olhar estrangeiro sobre a minha terra natal.
O moço que varre a rua, tenta vencer o vento do final do inverno, que joga no chão as folhinhas mínimas,
A senhora que come biscoito Maria - doce e seco – me espera cedinho na esquina do trabalho.
O menino que atravessa a rua por entre os carros – aqui as faixas de pedestre não funcionam....
Lanço um olhar estrangeiro e cúmplice.
Começo a fazer o mesmo.
Atravesso as ruas por entre os carros.
Aceito um biscoito vez por outra.
Dou bom dia ao porteiro pontual que tentar limpar a calçada.
O cheiro é peculiar,
O jeito da gente me conforta.
Com licença,
Cheguei em casa.
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Horizonte
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